domingo, 3 de junho de 2012

Colégio Municipal Presidente Castello Branco

(Hoje resolvi escrever sobre um colégio público onde estudei de 1978 a 1982. Na verdade, escrevi sobre alegria de ter estado lá, e no muito que trago dele comigo ... Quem dera que nossos alunos de nossas escolas públicas fossem felizes como eu.)


Entrei lá em 1978. Vinha de uma Escola Municipal Paroquial, de poucos alunos, próxima (o nome já indica) da Matriz de São Gonçalo, onde havia estudado toda minha vida, desde o Jardim de Infância, sob os olhares assustadores e extremamente carinhosos do Pe. Eugênio... Mas a Paroquial oferecia somente o primeiro segmento. Sendo assim, tendo terminado a quarta série, minha mãe precisou transferir-me de escola.
O Castello Branco ficava no quarteirão seguinte à minha rua. Era só atravessá-la, para chegar à escola. Da minha casa eu ouvia o sinal bater. Uma sirene longa, forte para dar conta de mais de mil alunos por turno.
Ainda hoje me lembro da primeira vez em que ouvi o sinal tocar, de dentro da escola. Era o meu primeiro dia de aula. Um pátio enorme, uma quadra de onde não avistava as quatro paredes demarcatórias. Minha mãe levou-me até o portão e lá me deixou. Foi tratar da vida dela, trabalhar. Minha mãe fazia transporte escolar e, por isso, estava sempre longe de mim nessas horas de entrada e saída de escola.
Alguns minutos se passaram entre eu ouvir o sinal e entender que ele indicava a hora de formar na quadra. Ainda atordoada pelo tamanho do espaço e pela movimentação de mil crianças, fui perceber isto tarde demais: quando a inspetora de alunos conduziu-me à fila, fui a última. E não houve outro jeito, porque já estava começando o toque do Hino Nacional, e eu não podia ficar de fora.
Quando acabei de cantar o hino chegou a hora de subir, em fila, para a sala de aula. Como fui a última cheguei, portanto, por último também. E, tendo sido a última a chegar, restou-me a última carteira da sala. Canto esquerdo, fundo da sala. Carteira de braço, que eu nunca tinha visto igual na vida. E, pela primeira vez, senti saudades da Paroquial: lá as carteiras eram de madeira escura, acopladas às mesas, e sentávamos de dois em dois.
Todas as cabeças na minha frente na hora de copiar do quadro. Eu tinha nove anos naquela época. Meus companheiros de sala muitos, muitos anos!!! Principalmente os que ficavam lá atrás, perto de mim: garotos e garotas com mais de quinze anos (eu me lembro da dupla Robson e Alexandre), repetentes, terríveis nos seus comportamentos. Meu Deus, naquele primeiro dia eu tive vontade de sair correndo de lá!
Passado o trauma do primeiro dia – melhor dizendo, não o trauma, mas o dia – os outros vieram em sua sucessão necessária, e fui vivendo cada um deles, do jeito que podia. Apaixonei-me pelo representante de turma, o Ranieri. Que menino lindo ele era!... Fiz algumas amizades com garotas do mesmo tamanho que eu (da mesma idade não havia, definitivamente), comecei a me divertir na hora do recreio, a descobrir durante os “piques” os cantos e encantos do Castello Branco...
Eu era uma menina horrorosa: alta, magrela, pescoçuda, de testa grande. Usava os uniformes costurados, velhos, passados da minha irmã. Lembro de uma saia que tinha defeito nas pregas, ficava meio torta... A calça de tergal azul, cheia de pences – minha irmã sempre foi mais gorda do que eu – vivia “pescando siri” (ela era mais baixa, também). Os sapatos, kichutes barbudos, que eu só recebia quando ficavam apertados para minha irmã. E, não bastasse tudo isto, minha mãe tosou-me os cabelos por conta de umas lêndeas que apareceram na minha cabeça.
Acho que não preciso contar da reação da turma quando cheguei à escola com aqueles cabelos. Todo mundo que já frequentou uma escola algum dia pode imaginar. Mas o inimaginável foi o que aconteceu comigo naquele dia na aula de Ciências...
O Professor, Sr. Mário Avelino. Ele dava as últimas aulas da tarde e, por isso, na hora da saída, fazia questão de formar os alunos para descer quando batia o sinal. Duas formas no corredor: meninos e meninas. Ordem de tamanho, o que me tirava do final da fila de vez em quando. Pois bem, com a turma formada, aproximou-se de mim e disse: “Você não é um menino? Com esse cabelo, parece o Joãozinho... Melhor ir para a fila dos meninos.”
Feito. Ele me fez descer as escadas do Castello Branco na fila dos meninos. Uma brincadeira ridícula que jamais esqueci. (Hoje chamaríamos aquilo de bullying, não?)
Estas formas de convivência foram me ensinando a “me virar”, no Castello. E fui aprendendo a ser feliz. No meu aniversário, a Professora de História pediu que o representante da turma me desse um abraço. Meu Deus, meu coração quase saltou pela boca! Aos poucos fui conquistando meu espaço, por ser excelente aluna, apesar de jovem demais. De nada adiantara eu ter feito dez anos, porque eles foram fazendo quinze, dezesseis... Meu espaço fui conquistando sozinha, e foi bem interessante ver, ao final do ano, que eu já estava enturmada. Comecei até a usar óculos – para completar minha já tão caricaturizada aparência – sem envergonhar-me por isto.
Com o tempo, fui melhorando minhas performances: já conseguia agarrar a bola nos jogos de queimada e até queimar alguém. É, eu aprendi a dar uma boladas e, assim, conquistei mais alguns amigos, de turmas diferentes, porque na hora do recreio todo mundo fica junto e não tem idade. Dá bolada forte, entra no time. Não dá, fica assistindo, até aprender...
No Castello Branco eu estudei até 1982. E tenho muitas histórias pra contar. Passado o susto inicial, vivi aquele colégio sugando-lhe tudo o que pude. Em 1979 conheci minha melhor amiga, a Cláudia Márcia, que seguiria comigo até sairmos de lá. Ela me ensinou como era gostar de alguém. Não, eu não tinha me apaixonado por Ranieri, não. Só pensava que estava. Amar é pensar todos os minutos, sem parar... E eu ficava fechando os olhos e tentando pensar em alguém durante todos os minutos, forçando os olhos, e quando me esquecia, “já era”, tinha que começar a pensar de novo. De tanto insistir nisto, Claudinha fez com que eu me apaixonasse pelo mesmo menino que ela. Ora, ela ensinou-me a gostar de Anderson, então, gostei de Anderson, também. Isto nos levou a uma experiência sofrida demais e evolutiva demais: as brigas. Ficamos “de mal” algumas milhões de vezes, trocamos bilhetinhos “ameaçadores” outras milhões (nesta época eu já tinha a mania de corrigir a escrita das pessoas. E me divertia com os erros dela) e seguimos crescendo, sem perceber. Seguimos amarrando uma amizade que dura até hoje. Aprendi a amar a Cláudia enquanto amava Anderson...
Minha passagem por lá não registra suspensões, notas baixas, agressividade, desobediências. Meus pais não me permitiriam ousadias como essas. Sempre fui alertada de que em caso de alguma queixa da escola levaria uma surra na frente dos meus amigos. Meus pais nunca podiam ir às reuniões de pais (eu não sei por que as escolas ainda hoje fazem reuniões de pais nos horários em que eles estão trabalhando!), mas sempre me lembravam do alerta. Cabia-me fazer minha parte.
Todas as vezes que vou a São Gonçalo vou ao Castello Branco. Já não há mais conhecidos por lá. Parei de perguntar por ex-professores, porque cada vez que perguntava por um, recebia a noticia de que havia falecido. O último que soube, Mário Avelino. Chega.
Mas passando pela Rua Carlos Gianelli é impossível não sentir o sorriso acolhedor daquele prédio. Ele ri pra mim, verdadeiramente. Sente saudades de mim, tanto quanto eu dele. Ali escrevi minhas histórias, e o ajudei a compor a dele, também. Deixei lá anos felizes da minha vida, que só não posso dizer que foram os melhores porque os melhores vivo agora.
Vivo meus melhores anos agora, não há dúvida. Porque cada ano que se vive é o melhor, pelo simples fato de estarmos vivos. E viver é uma bênção!
No Colégio Municipal Presidente Castello Branco aprendi coisas demais. Inclusive, os conteúdos das disciplinas! Meu Português – onde tento não deslizar, como diz minha amiga Tania – devo aos Professores Jorge Vicente e Valdir. Meu amor pela Matemática, que ajudou-me a exterminar os medos dos meus alunos, nasceu quando tive aulas com o Professor Alberto. E por ali segui aprendendo, sobretudo, a viver.
Transferi meu título de eleitor para Iguaba Grande, por razões eticamente políticas. Isto fará com que eu deixe de visitar o Castello por uns tempos. Mas ele sempre estará lá, imponente, a lembrar-me de que não é preciso muito para ser feliz. Bastam uns amigos, umas queimadas, uns amores, umas vergonhas... Tudo isto misturado à evolução dos hormônios numa idade em que tudo o que se quer é viver.
Tudo o que eu sempre quis foi viver. E parte da minha vida, da alegria da minha vida, ficou lá, no Castello Branco. Como parte dele veio comigo desde o dia em que de lá saí. Levei a alegria de ter estado no Castello para as escolas onde trabalhei, para ser inesquecível, na mesma intensidade, no coração dos meus alunos. Hoje, apresento esta alegria a todos os que trabalham a minha volta. E o brilho do Colégio Municipal Presidente Castello Branco está nos meus olhos cada vez que luto por uma educação de qualidade. Porque foi lá naquele colégio – público! – que aprendi a ser feliz!

18 comentários:

  1. Continuo achando que as memórias deveriam ser trabalhadas nas escolas, não só com os responsáveis, mas também com os professores. Das suas memórias poderíamos tirar algumas lições para os tempos atuais, tais como: reunião de pais em horários adequados, o trabalho com as relações humanas no interior da escola, etc. Também tenho as minhas memórias e ler este texto reavivou algumas. Entrei para a escola pública, E. M. República de El Salvador, como ouvinte aos seis anos de idade, numa turma de 2ª série, atualmente, chamada de terceiro ano de escolaridade, por já saber ler, escrever, interpretar e realizar cálculos com facilidade. Os outros alunos tinham entre oito e doze anos. Eu também era a menor na idade, pois no tamanho, conseguia ser maior que alguns. No 1º segmento tive duas professoras, as quais não consigo deixar de chamá-las até hoje, carinhosamente, de tias. Tia Divanila e Tia Holanda, lembro das duas perfeitamente, eram fortes e grandes pra mim, lindas, cheirosas e pacientes, bravas, mas carinhosas e atenciosas. Nesta escola fiquei, seguindo com a turma e a Tia Holanda, até o final do 1º segmento. Lá tinha o 2º segmento, na época chamado de ginasial, mas a minha mãe, decidiu que eu não estudaria lá e me transferiu para o Colégio Gama Filho. No início achei tudo novo e atraente, tinha só 9 anos e estava estudando numa escola que tinha até a faculdade, mas não demorou muito tempo para morrer de saudades da minha antiga escola pública e dos meus amigos de antes. Sempre fui uma boa aluna, mas não tão quietinha quanto você foi. E lá nesta escola arrumei alguns problemas, não conseguia me entrosar com os colegas, me pareciam metidos e chatos. Fiquei de castigo algumas vezes e não me lembro de nenhum professor de lá. Passei de ano e pedi encarecidamente à minha mãe que me retornasse para a El Salvador. Ela me atendeu e foi lá que terminei o meu 2º segmento. Lembro de quase todos os professores. Tia holanda, dava aulas de artesanato, eu amava e lembro de quase todos os trabalhos que fiz. escultura em sabão de coco, trabalho com talha em madeira, pulseirinhas de couro. Em Matemática tive duas professoras, Maria Isabel e Ida (que Deus a tenha). Ida pegava no meu pé, graças a Deus. O que sei de Matemática devo a ela. Tornou-se minha amiga depois, infelizmente já se foi! Inglês, um dos professores, sofria com a gente, Walter, colocamos o apelido nele de Pinóquio, dá pra imaginar o motivo? A outra, Rosângela, linda e jovem. Os meninos babavam por ela, e nós, as meninas queríamos ser ela (rs). Ciências, Língua Portuguesa e História, não lembro dos professores. Triste! Vejo agora, que não me marcaram,mas, Geografia, o Professor Sérgio, baixinho, gordinho e muito doido, foi especial para todos nós, tenho certeza! Uma inspetora de alunos, Dona Gilva, me marcou muito. Nós fugíamos dela! Era a exterminadora de bijuterias, tirava todas e não devolvia. Um dia, quase no final da 8ª série, numa das vezes em que a turma estava recebendo uma bronca, D. Gilva disse a frase que eu nunca mais esqueci: "Um dia, quando vocês já estiverem mais aqui e forem adultos, vão lembrar desta escola com saudades, mas aí, o tempo já terá passado. Aproveitem que vocês ainda estão aqui." Ela tinha razão! Me orgulho de ter estudado numa escola pública e de ter tido os professores, que hoje, ainda me recordo com saudade. Tomara que os alunos de hoje possam no futuro lembrar de suas escolas, e seus professores, com saudade e alegria.

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    1. Não fosse querer muito, eu desejaria que os alunos das escolas de Iguaba se lembrassem com saudades de um tempo em que fui Subsecretária de Educação...
      Obs.: Dona Gilva devia desfilar pela cidade bem enfeitada nos fins de semana... Rs. Bjs.

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    2. Tive a felicidade de assistir seu reencontro com seu velho Professor Jorge Vicente, na Sessão Plenária do Parlamento Acadêmico da Academia de Artes, Ciências e Letras de Iguaba Grande.
      Ouvi com muita emoção e respeito.
      Ali uniam-se o que chamo de "Tempos de Felicidade", ponte transcendental que liga a felicidade de outrora com o momento presente, para se transformar numa Grande Felicidade.
      Iguaba Grande tem esse "algo" de celestial.
      Parabéns, Professora Karla.
      Peço-lhe gentilmente add Jacques Azicoff no Facebook.
      Cordialmente,
      Jacques Azicoff
      Presidente

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    3. Obrigada pelas palavras!!! Espero que meus textos estejam - sempre - à sua altura.

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  2. Olá! Pensei que fosse o único, mas deve ter inúmeras pessoas como eu. Também fui estudante da Escola Municipal Paroquial de São Gonçalo no final da década de 70. Também fui transferido para o Colégio Municipal Presidente Castelo Branco na década de 80, estudando lá até 1984 e trago muitas saudades dos dois colégios: lembro que na Escola paroquial existia a cantina e as atendentes eram dona Dora e sua filha Nádia. Já no Castello Branco, era famosa a hora do recreio também por causa de seus lanches, hora sendo um pequeno almoço,hora mingau... não lembro de não ter gostado de nenhum kkk. Quis até algum tempo atras matar a saudade, pensando em pedir para algum parente no Rio, ir até S Gonçalo (já que hoje resido em São Luís-Ma) e tirar algumas fotos de lá, mas consegui de outro jeito, através do google mapas, onde a pessoa como que caminha através de fotos panorâmicas. Descobri que ele não é mais azul e branco, mas verde e branco. Matei em parte as saudades. Gostaria também de rever o seu interior ( quadra, escada etc ) Se você tiver fotos, lhe agradeceria. Será que não seria possível uma espécie de encontro virtual com os colegas destas épocas? Como seria bom! Felicidades.

    Henrique

    henrique.guilhon@yahoo.com.br

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    1. Caro Henrique, vc me emocionou com sua saudade...
      Não tenho fotos do Castelo, vou muito pouco lá. Quanto ao Paroquial, nem existe mais! Nem fotos encontrei por aqui para ilustrar o texto...
      Lembrei-me imediatamente da D. Dora!!! Uma vez ficou comigo até a noite, por conta de um atraso da minha mãe... Ah, tantas lembranças boas!!!
      Fique com Deus, e obrigada pela visita! :)

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  3. Estudei no C. M. P. Castello Branco entre 1973 até 1976. Momento mais feliz da minha vida escolar. Era impossível faltar aula. As vezes "saíamos cedo" por nossa conta. Sempre por uma causa justa. Futebol, cine São José, a novíssima "Casas Sendas", etc.

    Recordo dos professores Cleuma e Edson (matemática), Joel Miranda e Ivan Sampaio(história), Mário Avelino, Marília Temperine e Devanir Delduque (ciências), Paim e Eldon (desenho), Felipe e Dias (educação física), Elizabeth e Arilron (geografia), Nésio Saldanha (OSPB), Ariston e Jessy (formação especial), Arineia (portugês, Rose e Mário(inglês) além de outros.

    Havia um competente corpo funcionários atendendo muito bem e com responsabilidade. Inspetoras dona Marlene, Vilma, etc. Por nois eram respeitados.



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    1. Bons tempos, Joel! Entrei em 1978 e só tenho boas lembranças, também...
      Obrigada pelo testemunho! :)

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  4. Ola! eu tbm estudei nele um tempo depois, no inicio de 90 a 95, vcs foram os antecessores e sempre ficava imaginando como era antes, as paredes as salas q não abriam na minha época e os vestuários da quadra. dos nomes dos profs q citaram lembro de alguns q eram comentados pelos alunos anos após anos como por ex o famoso Avelino q embora nunca vi conheço de tanto falar, dos profs q tenho mais lembrança é a Florisbela de matemática q meu fez gostar e desmistificar essa matéria e entre outro q já devem nem mais estarem vivos. hoje esse colégio mudou muito, mudou a política muda tudo. as salas não são as mesmas e a estrutura mudou não tendo mais aqueles pátios enormes quadrados q os alunos sentavam em volta. na minha época pelo menos nao era o melhor pra se estudar com qualidade porem tenho lembranças de amigos q fiz na época, pessoas de boa índole e educação familiar, de todas as formas parece q na minha época ainda assim era bem melhor q atualmente, parece q as matérias foram reduzidas e o tempo tbm. em fim. Fico feliz em saber q muitas pessoas boas passaram por lá :)

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    1. ah uma das coisas q não gostava como citaram anteriormente era a fila do maior pro menor com a '' vitrola'' tocando Hino Nacional antes de entrar na sala, eu peguei isso no inicio e depois tiraram, lembrava muito um regime militar e me sentia preso era muito estranho (me sintia como os alunos do clipe another brick on the wall do pink floyd). mas entendo q era devido ao contexto histórico da época, no inicio dos anos 90 não tinha pq mas fazer isso. Na quela época o tal de bullying não era tão famoso assim, logo a biblioteca era meu refugio e de alguns tbm. Nossa são muitas lembranças não cabe aqui. Uma coisa q sinto falta é um site q conte a fundação desse colégio com fotos e dados históricos mas procurando nao encontrei. esqueci q Brasileiro não preserva a memoria. um abraço a todos

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    2. Oi, Leo! Que agradável surpresa percebê-lo por aqui, com suas lembranças e saudades. Eh, vida boa, não é? De tudo o que vc relatou há muito do meu tempo, também. Alguma coisa sempre fica, graças a Deus. Obrigada pelo depoimento!!! :)

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  5. Não poderia deixar essa passar, pesquisando na net achei no velho e saudoso Orkut comunidades com fotos do antigo Castello Branco. Tem ate o depoimento do filho do falecido diretor Ivan e a velha banda do colegio. segue os link para matar a saudade, foi o maximo q encontrei dos velhos tempos. espero q gostem

    http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=62545397&tid=5226650680115715741

    http://www.orkut.com.br/Main#Album?uid=6760081295205527359&aid=1220686214

    http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=16869964

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    1. Muito obrigada!!! Vou lá, fazer uma visitinha...

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  6. Karla, revivi momentos inesquecíveis com seu texto.
    Simplesmente incrível.
    Muito obrigado.

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  7. Gostaria de comunicar os seguidores deste blog e do Colégio Municipal Presidente Castello Branco, que nesta sexta feira dia 14/11/2014 o falecimento do professor Manoel Hipólito. Sei que muitos de vocês o conhecem pois o mesmo lecionava no turno da noite no Colégio Castello Branco.

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  8. Nossa chego a estar emocionada com o texto. Assim como vc eu tive momentos inesquecíveis,lindo e mágicos cada segundo vivido dentro desta escola. Pessoas maravilhosas que passaram em minha vida, outras que ainda permanecem até hoje!
    Divertidas brincadeiras professores que faço questão de estar por perto até hoje mantendo esse amor que nada apaga...valeu a pela cada minuto...cada série repetida pelas minha sapuequisses de menina levada...me trás muitas felicidades de relembrar momentos que foram únicos em minha vida e que faço questão de levar junto de mim até hoje!

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